quarta-feira, 3 de junho de 2009

Limites

Repare como eu a provoco.
Seu olhar tenta a auto-resignação.
Então ela morde de leve, para pedir respeito, para impor limites.
Não há nada subliminar.
É um "eu não gosto, pare por favor".
Tão simples!

Ela deita, para tentar levar na brincadeira.
Mas eu continuo a provocar seu humor felino.

Até que ela surta!


"Não surte.
Apenas imponha limites quando necessário!"

Se treinar, vai ver que não é tão difícil assim.
Ou é?


"Não enche! Me solta!"